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sábado, 23 de janeiro de 2010

Mix nuts'n fruits

Preguiçosos servem ceia assim:
















 Não precisa sequer explicar no blog depois!
Camembert e torradinhas acompanham.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Manteiga temperada


Uma manteiga de boa qualidade (gosto da Aviação), arrumada num pratinho charmoso e salpicada com ervas finas é a dica do dia para acalmar os famintos antes da ceia de Natal. Sirvo com torradinhas, às vezes associada a este patê. Cerveja ou espumante acompanham muito bem.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Noz-moscada e macarrão

Tá enjoado da massinha na manteiga? Esta aqui é uma variação perfeita para acompanhar um bifinho ou um frango assado no forno.


Cozinhe a massa em água salgada, com folhas de louro e uns cinco ou seis dentes de alhos descascados e inteiros. Quando estiver al dente, escorra, despeje algumas colheradas de azeite de oliva de primeira e rale por cima uma bela porção de noz-moscada.

Tá pronto.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Torta folhada de fígado de galinha

Sei que muita gente torce o nariz, mas fígado preenche o meu imaginário de comida de vó. Sabe aquele alimento cheio de substância, feito especialmente para ti aos seis anos de idade, meio ranhenta e muito magrinha? Sim, benditas as avós que sempre nos acham magrinhas.


Apresentei esta tortinha toda orgulhosa aos guris, me sentindo uma matrona nutridora. Para prepará-la, piquei um talo de alho-poró em anéis e refoguei com azeite, sal e pimenta do reino. Depois de bem macio, acrescentei o figado de galinha cortado em pedaços e deixei cozinhar, mexendo de vez em quando, até ficar bem seco. Despejei, então, um copo tipo americano de cerveja e uma colher de sopa de alecrim e deixei ferver e ferver e ferver, até toda a mistura virar um grosso e pedaçudo patê de fígado - se for preciso, coloque mais um pouco de agua.

Nesse meio tempo, abri com um rolo de macarrão um pacote de massa filo amanteigada e previamente descongelada (não se intimide, basta seguir as instruções da embalagem). Coloquei 1/3 da massa na base e laterais de uma assadeira, larguei o recheio e cobri com mais 1/3, deixando um toque irregular na cobertura, só para dar charme. Pincelei com uma gema de ovo e coloquei no forno até ficar douradinho.

Comemos com salada.

domingo, 5 de abril de 2009

Aspargos verdes com legumes

Eu preparei estes legumes como acompanhamento para alguma coisa da qual não lembro mais. Fiz um enorme esforço, dei três pulinhos, pedi para o santo e não teve jeito. A memória continuou lá, como que de portas fechadas para mim.

Meu consolo é que o blackout se explica de alguma maneira. A guarnição estava tão gostosa, tão perfeita e tão bonita que nem dei bola para o prato principal. Para todos os efeitos, comemos batatas tenras, cenouras doces e aspargos verdes assados no ponto.


O prato começa a ser preparado ainda no mercado: sei que são tentadoras, mas fuja das cenouras grandonas e belíssimas à venda por aí. Escolha as menores, orgânicas se possível, e você vai sentir a diferença estratosférica no sabor.

De volta para a cozinha, coloque quatro ou cinco batatas bem lavadas na panela, junte a mesma quantidade de cenouras, cubra com água, coloque um cubo de caldo de legumes e três folhas de louro. Deixe cozinhar, escorra, jogue na água fria, descasque e corte em pedaços: metades para as cenouras, quatro partes para as batatas.

Prepare agora os aspargos eliminando a parte branca inferior. Não tem erro, ela é fibrosa e tem cerca de dois centímetros. Corte e está pronto. Lambuze-os com azeite de oliva e coloque-os numa assadeira, salpique sal e pimenta. Junte as cenouras e as batatas, regue com mais um pouco de azeite, pimenta do reino moída na hora e umas três colheres de sopa de tomilho fresco. Asse no forno por 10 minutos. Sim, isso é tudo que aspargo precisa para ficar deliciosamente pronto.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Camarão frito para o Intercâmbio Culinário

Quando a Manuela me disse que fazia este prato com certa regularidade, mas nunca lembrava de fotografá-lo, achei difícil de acreditar. Entendam, desde que dei início a este blog, tornei-me uma fotógrafa (de comida) compulsiva. A família já começou a se queixar: nas festas, esqueço dos convidados e concentro-me em registrar somente os quitutes.

Mas bem, ia falando da minha parceira Manuela. Somos colegas de Intercâmbio Culinário, uma experiência que reúne uma brasileira e uma portuguesa para troca de receitas típicas de seus países. Em homenagem ao dia de São Valentim, comemorado lá em Portugal, Manuela preparou uma porção de bem-casados com doce de leite e eu uma romântica receita de camarão picante.

Manuela me alertou que tratava-se de uma iguaria difícil de resistir. O molhinho fantástico é uma festa ao paladar e quase fez-me esquecer de tirar as fotos que registram este post. Entre o fogão e mesa, devorei vários destes petiscos sem sequer pensar que máquinas fotográficas e blogs existiam. Verdade, Manuela, foi bem difícil resistir.

Para não chamar de chata, digo que a parte mais terapêutica do preparo é tirar as cabeças e descascar os 500g de camarão fresco, deixando apenas o rabinho. Acredite, o resultado vale cada segundo estripando o inocente crustáceo.


Cubra o fundo de uma panela com azeite, despeje o camarão e uma pitada de colorau (tempero a base de urucum). Deixe fritar, mexendo de vez em quando com uma colher de pau que ele fique vermelhinho. Adicione, então, cerca de 4 dentes de alho picados e piri-piri (pimenta) a gosto. Como não dispomos desta iguaria, usei um mix de malagueta para o preparo de chilli, mas a Manuela explicou que também podemos usar qualquer molho de pimenta tipo tabasco.


Agora é hora de acrescentar o sal, suco de meio limão e três colheres de sopa de manteiga. Misture bem e deixe o molho apurar por cerca de cinco a sete minutos. Sirva quente como entrada com pãozinho de alho ou torradinha (foi a nossa opção).

Obrigada Manuela, a família agradece!!!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Salada de frango com coentro

O desejo era de uma comidinha fresca, um prato único com mínimo trabalho e máximo retorno. Embora eu odeie desfiar carnes de todo o tipo, a vontade venceu a preguiça e o frango foi eleito para virar o almoço de um sábado cheio de sol e calor. A companhia ideal para uma coca-cola geladinha seguida por uma tarde de pernas para cima.


Cozinhei um peito de frango na água com duas folhas de louro e um cubo de caldo de galinha. Esperei esfriar e desfiei. Nesse meio tempo, deixei assando no forno até dourar (é preciso mexer uma ou duas vezes) uma beringela cortada em cubos, besuntada com bastante azeite de oliva e um pouco de sal e pimenta do reino.

Cortei uma cebola em pedaços pequenos e deixei de molho em três colheres de sopa de vinagre branco de arroz. Nessa mistura, coloquei um tomate e um pimentão verde picado em cubos, ambos sem suas respectivas sementes. Misturei a carne e a beringela (já frias), regulei o sal e o azeite e, para finalizar, acrescentei um maço de coentro picado.

A erva é todo o diferencial da salada: confere frescor, perfume e unidade. Então, a receita permite que você faça milhares de variações, substitua os ingredientes à vontade, use sobras de carne assada, tomates cereja, abobrinhas e até frutas. Só não pode mesmo é tirar o coentro...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Cogumelos picantes com alho-poró

Se tem uma coisa que posso dizer com segurança, é que nunca fui indiferente a uma bela porção de cogumelos. Na infância, imaginava que sua função seria apenas (como se fosse pouco) abrigar adoráveis duendes. Na região da serra, para onde eu viajava com certa frequência, era possível colhê-los e colecioná-los por algumas horas, geralmente até que minha mãe os visse e os jogasse no lixo, com assustadoras repreensões sobre as propriedades tóxicas do fungo.

Quando os champignons vieram para a nossa mesa (na época, era a única espécie disponível para consumo) levei algum tempo até me convencer de que o produtor realmente saberia diferenciar os tipos comestíveis dos demais. Minha corrida para catá-los e experimentá-los o mais rapidamente possível era a mais pura abnegação: eu estava protegendo a vida da família, e não sendo gulosa, como poderia ser facilmente acusada.

Se antes eram em conserva e acompanhavam o estrogonofe, hoje os prefiro frescos, salteados ou mesmo refogado como este aqui.


Lavei uma caixa de cogumelos e os piquei em quatro. Deixei de molho no suco de um limão siciliano e um pouco de sal. Se preferires menos acidez, deixe os cogumelos inteiros nessa marinada para que eles não a absorvam demais.

Numa panela wok, esquentei um fio generoso de azeite de oliva, onde refoguei uma pimenta vermelha sem sementes cortada finíssima. Assim que começou a tostar, acrescentei dois talos de alho-poró cortados em anéis. Usei somente a parte branca, desprezando a verde.

Larguei um pouco de sal e coloquei os cogumelos, que refogaram até amaciar e secar o líquido liberado. Na finaleira, coloquei seis ovos de codorna fervidos por cinco minutos e descascados. Comemos com pão e queijo.

domingo, 16 de novembro de 2008

Quem não planta para comer? - parte II

Aquela famosa rede de supermercado aqui da região Sul está vendendo (puxa, já faz um tempão) vasinhos com ervas para chás e temperinhos deliciosos. Meu manjericão já ganhou a companhia de um pé de hortelã, uma sálvia e um tomilho.

Embora eu os coma com moderação (sim, eu continuo com pena de arrancar as folinhas), confesso que fazem uma senhora diferença, mesmo em qualquer pratinho de última hora. Para provar, segue aqui a foto do meu talharim com azeite de oliva, sal e tomilho.


Cozinhe o macarrão em água salgada até ficar al dente, despeje no prato de servir, acrescente azeite de olva e folhinhas de tomilho. Se quiseres, rale na hora um queijo parmesão por cima de tudo.

Barriguinha cheia, nenhum trabalho e comidinha gostosa.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Spam para emagrecer

Todo mundo recebe aqueles spams com dicas para uma vida melhor. Preciso confessar uma coisa: eu os leio. Às vezes me assusto com as pragas por deixá-los parados na caixa de entrada. Ainda assim, por norma editorial, nunca os repasso.

Há algumas semanas dei toda a atenção para um arquivo com dicas nutricionais. Ele explicava que a semente de linhaça era um excelente complemento para emagrecer. Desde então, passei a comê-la diariamente. Ela acompanha todas as minhas refeições: está sobre o pãozinho assado, sobre a batata cozida com manteiga, junto às tortinhas com creme de leite e sempre antes das sobremesas, que podem ser chocolates, mousses ou bolinhos. Ainda com todo este cuidado, engordei.

Mesmo apostando que a causa do meu upgrade na balança foi não ter reencaminhado o e-mail original, achei que uma saladinha podia ajudar também.


Esta aqui, preparei usando folhas de espinafre cruas (nunca comeu? Experimenta), radiccio e alface mimosa crespa. Para o molho, usei azeite de semente de uva, uma novidade na minha cozinha. Ele foi temperado com sal e pimenta do reino e despejado sobre a salada. Misturei tudo com as mãos e voilá. Não pode esquecer da linhaça...

domingo, 14 de setembro de 2008

Risotto de frango com laranja

Já postei sobre a refeição mais boba do mundo só pela fotogenia. Completamente sem graça, me sinto compelida a explicar que o prato abaixo é mais bonito pessoalmente do que na foto. Bem, ele também é absolutamente delicioso.


Para prepará-lo, cortei um peito de frango em pedaços pequenos, salguei, temperei com pimenta do reino e deixei de molho por cerca de 30 minutos no suco de duas laranjas. Nesse meio tempo, com a habilidade que me é peculiar, piquei uma cebola em pedaços milimetricamente pequenos e uniformes (hahaha) e a fritei numa panela grande com uma colherada generosa de manteiga.

Em tempo: um bom risotto pede uma panela grande - não alta, mas larga de modo que a maior quantidade possível de arroz fique em contato com o calor. É bem verdade que eu posso deixar alguns gourmets de cabelo em pé, mas como não tenho uma panela para cada receita que pratico, depois de várias tentativas comecei a usar minha wok com excelentes resultados. Recomendo.

Assim que a cebola começou a perder a cor, juntei os pedaços de frango (sem o suco) até ficarem douradinhos e acrescentei uma xícara e meia de arroz arbóreo. Mais um parêntese neste momento: tem que ser arbóreo, não se aventure com outro tipo de arroz que não adianta mesmo.

Depois de fritar tudo por alguns segundos (mexendo sempre), acrescentei o suco de laranja e coloquei mais um tantinho de caldo de galinha (claro que usei o tabletinho). Este é o momento de colocar um cálice de vinho branco. Eu confesso que não botei. Não estava no clima de beber a sobra e não ia abrir uma garrafa só para isso, saca?

Agora vem a parte boa. É preciso ficar mexendo sem parar, acrescentando o caldo aos pouquinhos até que o arroz fique no ponto. No meio do caminho, coloquei cerca de 80 gramas de manteiga. Sim, eu sei que é muita manteiga, mas não discuta. Isto não é hora de pensar no seus quadris.

No último instante, acrescente duas colheres de nata (gorgonzola em pedaços também fica uma delícia). Sirva e finalize com uma misturinha tipo "ervas finas" e cebolinha picada.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Alface com maçã

Sim, sim. Estou sabendo que parecemos três glutões que comem quilos de carboidratos e chocolate diariamente. Embora esta imagem não esteja tão longe da realidade, junto com as calorias também ingerimos outras coisinhas saudáveis como esta salada verde.


Tenho andado à procura de alternativas interessantes para trazer mais prazer e variedade ao capim nosso de cada dia. Sempre alterno folhas diferentes e, por serem mais nutritivas, procuro optar pelas pelas de cor escura.

O molho desta aqui surgiu num daqueles momentos de inspiração que (ufa!) deram certo. Peguei um punhado de maçã seca, dessas que usamos para fazer chá. Cortei-as em pedaços pequenos, hidratei com bastante azeite de oliva e umas gotinhas de vinagre balsâmico.

Na saída, temperei com sal e pimenta do reino, agitei com vontade e misturei às folhas.

domingo, 17 de agosto de 2008

Pasta de beringela e uma oração

"Senhor, fazei com que se eu não emagrecer, que pelo menos as minhas amigas engordem".

Ganhei esta oração das minhas colegas de trabalho (corajosas) e, desde então, a recito diariamente. Ela veio impressa nesta tigela linda e bem-humorada que, é claro, me encantou na hora. De saída, para mostrar minha boa vontade em não influir na balança alheia, eu a usei para uma pastinha de beringela praticamente dietética.


Piquei em quadrados regulares duas beringelas pequenas, um pimentão vermelho grande, um tomate pequeno sem pele e sementes (apenas para liberar um pouco de suco), uma porção generosa dessas misturinhas de ervas finas (geralmente contém sálvia, tomilho, majerona e alecrim, às vezes manjericão e orégano). Uma porção à gosto de pimenta do reino moída, sal e muito azeite de oliva. Ele deve cobrir cada micro-pedacinho, estar misturado a todos os ingredientes (use a mãos, sem medo) e sobrar um pouco no fundo da assadeira.

Cubra tudo com papel alumínio e coloque para assar no forno quente por 20 minutos. Tire o papel e deixe mais uns 20 minutos mexendo de vez em quando para que os pedaços dourem por igual. Quando esfriar, regule o sal e pimenta, se necessário e misture muitas folhas de hortelã. Dura vários dias na geladeira e fica uma delícia com um pãozinho torrado.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Pão quentinho no jantar...

Eu faço pão.
Se fizer a conta na ponta do lápis, é provável que ele custe mais que um pão especial de padaria. Provavelmente ele também não é tão bom quanto um pão italiano bem feito numa casa especializada. Ainda assim eu continuo fazendo. Não me entendam mal, ele é bonito e é gostoso, mas essa não é minha principal motivação para prepará-lo.

O pão tem toda aquela mitologia roots, entende? Eu amasso o meu cantando Cio da Terra, do Chico Buarque/Milton Nascimento: forjar no trigo o milagre do pão (lá, lá). Enquanto eu faço, me sinto capaz de qualquer coisa. Me imagino ceifando o trigo, triturando os grãos num pilão, o lenço floriado prendendo meu cabelo, o longo vestido redondo salpicado de farinha. Vou fugir para a Provence e só cozinhar numa casa de pedra com janelas azuis e fogão a lenha. Por causa disso, eu continuo fazendo. Prepará-lo vai ser sempre mais divertido do que comprá-lo.
Olha só como fica.


Preparo a massa misturando 1/2 kg de farinha de trigo, dois ovos, uma colher de sal, uma pitada de açúcar e um envelope de fermento biológico dissolvido em 1 xícara de leite morno.

A farinha precisa ser peneirada numa bacia grande. Abra um espaço no meio e coloque todos os demais ingredientes. Sove até você ficar com os braços bem cansados. Pare até melhorar e recomece. A massa tem que ficar lisinha e com alguma elasticidade.

Deixe descansar por 40 minutos e somente depois disso abra-a sobre uma superfície enfarinhada (para não grudar). Despeje o recheio de sua preferência e feche como um rocambole.
Este aqui, fiz com beringela e cebola refogada.

Antes de assar em temperatura média por cerca de 30 minutos, bata um ovo e despeje sobre a massa para dourar.

Este recheio de linguiça fiz refogadinho com azeite e alho. Vale por um bifinho.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Fui para a cozinha sem cozinhar

Começo meu blog de culinária com uma receitinha de não-culinária... mas gastronomia da melhor qualidade e muito fácil.

Este patezinho provençal aqui de baixo, dá para fazer misturando um patê de fígado de boa qualidade com três ou quatro colheres de nata (se você não for do Sul, use creme de leite sem soro, mas duas ou três colheres, tá?) , misture ainda manjericão, sálvia e orégano (este último bem pouquinho, em excesso ele deixa tudo com gosto de pizza). Finalize com umas nozes picadas e voilá...

Sucesso garantido - vale até dizer que ficou horas fazendo no dia anterior. Ótimo para servir de entrada e afastar os malas que grudam em cima do teu ombro enquanto tu terminas aquele assado de quatro horas: já tá pronto? Tô com fome...
De noite, pode até sozinho com um pãozinho e uma bebidinha... que tal?